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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Georgeo: “não está em jogo quem vai comandar o País, mas sim as consequências desse ato”

Deputado prega cautela na questão do impeachment da presidente Dilma Rousseff. “É importante prudência para que o País não perca seu rumo”, defende No início da noite da última quarta-feira, 02, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, PMDB/RJ, anunciou que daria prosseguimento ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, PT. O fato que causou grande alvoroço na política nacional, foi tema de discurso do deputado estadual Georgeo Passos, PTC.

Durante o grande expediente da sessão plenária desta quinta-feira, 03, o parlamentar se mostrou preocupado com a questão. “Nós, que fazemos parte da política brasileira e também toda a sociedade brasileira, ficamos apreensivos pela forma em que estão conduzindo esse processo”, afirmou. A justificativa para a inquietação está no fato de que mudar o presidente trará profundas consequências para o Brasil. Por isso, Georgeo prega cautela para que sejam respeitadas as normas que justificam o impedimento. “Devemos ter prudência, pois é preciso lembrar que o que está em jogo não é a escolha de qual partido vai comandar o País, mas sim as consequências desse ato. Não sei se a solução é tirar a presidente e colocar outro. Devemos ter bastante cuidado para que o Brasil não perca o seu rumo”, defendeu.

O deputado lembrou ainda que, na configuração da Assembleia Legislativa de Sergipe, faz parte da bancada de oposição ao Governo do Estado, que tem em seu bloco o PT. Todavia, Georgeo refuta que isso seja motivo para se colocar a favor do impeachment agora.

“Não é momento de revanchismo, devemos verificar se os requisitos exigidos para abertura de tal procedimento estão ou não presentes”, argumentou. “Mesmo sendo de um partido que faz política contrária ao PT, meu posicionamento é de que o procedimento somente seja iniciado estando presentes os requisitos legais. O que temos mesmo é que analisar com prudência. Não podemos entregar o País a qualquer pessoa. Não é momento nem de comemoração e nem de revanchismo, mas de pensar o Brasil em que vivemos”, assegurou Georgeo.

Da Ascom

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