O documento, assinado pelo cardeal Pietro Parolin e redigido pelo próprio papa Francisco, retira o afastamento de Padre Cícero da Igreja, como determinado por "equívocos", como informa o documento.
Padre Cícero morreu sem conciliação com a igreja católico após o caso conhecido como "milagre da hóstia", no final do século XX. Segundo relatos, a hóstia dada por padre Cícero virou sangue na boca de uma beata.
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