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| Coronel Enilson FOTO: Portal Infonet |
*Por Lays Millena
Após mais de 26h, na última segunda-feira (16), a rebelião no Complexo Penitenciário Advogado Antônio Jacinto Filho (Companjaf) foi encerrada. De acordo com o coronel Enilson Aragão, foram momentos de alto risco. “Ao chegarmos lá, entendemos a importância de negociar com os detentos. Adotaram-se alguns procedimentos técnicos, utilizados em momentos de crise e, enfim, conseguimos finalizar a rebelião”, explicou o coronel em entrevista aos jornalistas André Barros e Rosalvo Nogueira durante o Jornal da Manhã, na Jovem Pan.
Questionado sobre o surgimento de uma nova rebelião, o cel. Enilson não descarta a possibilidade. “Os detentos vivem insatisfeitos e, em alguns momentos, os próprios agentes conseguem contornar. O confinamento gera incidentes, mas a administração do presídio deve fazer de tudo para impedir que uma crise daquele porte volte a ocorrer”, ressalta.
Segundo o coronel, a estrutura interna do Companjaf está praticamente toda destruída. No primeiro dia, após a rebelião, 470 internos, que deveriam estar distribuídos nas três alas, foram confinados em apenas uma, a única que pôde ser recuperada. A Polícia Militar está posicionada na área externa do Complexo, a fim de garantir a segurança. Sobre a segurança na capital, o cel. Enilson afirma que o número de policiais não é suficiente para atender à crescente demanda da segurança pública.

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