O ministro voltou a afirmar que na edição deste ano do exame haverá mais rigor na correção de redações das provas do que nos anos anteriores. “Se o jovem inserir no texto informações totalmente diferentes do que foi pedido, há grande risco de que ele tire zero. No ano passado, ele perdia só metade da nota”, alertou.
Os candidatos poderão consultar o espelho da redação depois da divulgação dos resultados, conforme Termo de Ajustamento de Conduta entre o Ministério Público Federal e o Ministério da Educação. O Enem também prevê recursos de ofício, avaliados por uma dupla de corretores. Se a diferença máxima entre as notas de cada avaliador ultrapassar 100 pontos, um terceiro corretor será convocado. Até o exame de 2012, a discrepância limite era de 200 pontos. Nos casos em que permanece a distorção, o texto será avaliado por uma banca de três especialistas. A participação prevista para o exame neste ano é de 7,2 milhões de estudantes.
*Fonte: Estadão
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