Banese

quinta-feira, 13 de junho de 2013

“Estamos trabalhando 14h/dia para melhorar o trânsito”, afirma Nelson Felipe, superintendente da SMTT

Segundo ele, problemas encontrados pela atual administração serão resolvidos, mas, pelo visto, a tarefa não é nada fácil…

*Por Lays Millena

A falta de mobilidade urbana tem sido um dos principais gargalos nas grandes cidades do país. Em Aracaju, não é diferente e os problemas no trânsito só crescem. De acordo com Nelson Felipe, superintendente da SMTT (Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito), a Prefeitura não tem medido esforços para solucionar os problemas e promover maior fluidez ao trânsito. No entanto, segundo ele, esta não tem sido uma tarefa fácil. “Encontramos uma realidade muito complicada e temos um trabalho enorme a fazer. Estamos com uma jornada diária em torno de 14h e o objetivo é resolver essas questões”.
FOTO: Raquel Passos

E algumas dessas questões, destaca o superintendente, poderiam ser resolvidas com a conscientização da população. Outras, porém, precisam de correções mais rigorosas. “São ônibus que não utilizam a faixa direita, caminhões que circulam na cidade, dificultando ainda mais o movimento, transporte público de má qualidade e aumento do número de carros na capital. Esses são alguns dos muitos problemas que precisamos resolver”, afirma o superintendente.  


Além disso, de acordo com Nelson, um fato que contribui para o aumento dos entraves no setor é a realização simultânea de grandes obras na cidade. “Só as intervenções na Tancredo Neves já atrapalham bastante e deixam o trânsito emperrado. Não havia necessidade de realizar tudo de uma vez”, opina.

Licitação

Quando questionado sobre a licitação do transporte público, o superintendente disse que o processo deve ser iniciado ainda este ano, mas não será concluído rapidamente. “Precisamos da participação do governo do Estado, porque a região metropolitana está incluída”, explica.

Outro objetivo da SMTT é recuperar o controle dos repasses, hoje realizados pelas empresas de ônibus. “Já tomamos algumas decisões duras contra algumas empresas. Queremos trazer de volta para a SMTT os valores da passagem, do passe escolar e vale-transporte. É muito fácil eu ser o seu fiscal e você tomar conta da arrecadação, da estrutura, de tudo. Assim não adianta”, complementa Nelson. 

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